Preso em SP por sequestro relâmpago em Rio Preto é ex-PM demitido
Nesta quinta-feira (12/fevereiro) W.D.C.Q., de 37 anos, preso por investigadores da 1ª Dig (Delegacia de Investigações Gerais) da Deic (Divisão Especializada em Investigações Criminais) do Deinter-5 de Rio Preto é ex-policial militar e teria sido demitido da instituição.
Na manhã desta quinta-feira, quando a equipe da Polícia Civil de Rio Preto cumpria o mandado de prisão preventiva, o investigado foi localizado na casa onde mora com a mulher e os filhos, no bairro Eldorado, na cidade paulista.
Segundo apurado pelo Gazeta, ao ser surpreendido no imóvel, W. teria dito aos agentes que atuava como pintor. No entanto, conforme a investigação coordenada pelo delegado Wander Solgon, além de ter trabalhado como policial militar, o suspeito também teria sido demitido e possui passagens criminais. O motivo do desligamento da corporação não foi divulgado.
Em Rio Preto, ele e o grupo teriam tentado coagir uma vítima durante um sequestro relâmpago.
A vítima descia de um estacionamento em uma farmácia quando os criminosos tentaram a abordagem para levá-la a agências bancárias, realizar transferências e operações via Pix. “Eles estavam na região e decidiram fazer essa primeira investida, mas a ação falhou e retornaram para São Paulo”, explicou Solgon.
Segundo o delegado, o plano também previa levar a vítima para uma casa em Rio Preto, que funcionaria como esconderijo, já que o deslocamento até Diadema seria inviável. foi levado para a delegacia de Diadema e permanece à disposição da Justiça.
Entenda o caso
A prisão faz parte de uma operação da Polícia Civil iniciada a partir de investigação conduzida em Rio Preto para apurar a tentativa de roubo com restrição de liberdade da vítima.
De acordo com a apuração, homens armados tentaram forçar a vítima a entrar em um veículo, mas a ação foi interrompida por intervenção policial. As diligências permitiram identificar os suspeitos e fundamentaram os pedidos judiciais de prisão e busca.
Os mandados são cumpridos em São Paulo, Diadema e Santa Fé do Sul. Durante as buscas, os policiais procuram celulares, armas, documentos e outros materiais que possam contribuir para o esclarecimento do crime e a individualização das condutas.
A Polícia Civil informou que as investigações continuam para responsabilizar todos os envolvidos.
(Fonte: Gazeta de Rio Preto)












