Josi colhendo uma flor no seu jardim da vida!!!
Ela é uma pessoa de engenho astuto e tem a intenção maliciosa, hábil na expressão e sua inteligência é incrível, estamos falando da Josi Pereira, a aniversariante dessa quinta-feira (26/março), que está festando com a família, amigos e amigas.
Nascida em

Nova Granada, mora em São José do Rio Preto, Josi Pereira frequentou a Escola Estadual Francisco Marques Pinto, e se formou pela Unip – Universidade Paulista.

Josí Pereira em 2025 escreveu uma carta aberta e publicou no Face Book: “ Gratidão ao Ano de 2025 – Hoje eu escrevo não para o mundo, mas para mim. Para a mulher que fui, para a que sou e para a que estou me tornando. 2025 foi o ano em que eu finalmente dei a minha volta por cima — não para mostrar força a ninguém, mas para me reconectar com a minha própria essência. Minha vitória foi silenciosa, íntima e profundamente pessoal. E, acima de tudo, foi um pedido de desculpas a mim mesma… Por tudo que um dia me permiti passar. Por cada silêncio que engoli para não causar conflito. Por cada vez que aceitei menos do que eu merecia. Por cada sorriso que escondia uma dor que ninguém via. Hoje eu entendo que recomeçar não é um ato de coragem para ser aplaudido por outros — é um gesto de amor para mim mesma. É sobre me libertar de tudo que tentou me apagar e reencontrar a luz que sempre foi minha. Também agradeço, com toda a minha verdade, aos meus guias espirituais, à minha ancestralidade e a todas as forças que caminham comigo. Obrigada por me segurar quando eu achava que não tinha mais forças, por me dar colo quando eu senti que estava sozinha, por sussurrar esperança quando tudo parecia escuro. Eu sou porque vocês me sustentam. Eu sou porque vocês me guardam. Eu sou porque vocês me mostram o caminho. E assim, com o coração em paz e os pés firmes no chão, eu me despeço de 2025 com gratidão. Obrigada pelos aprendizados, pelas quedas, pelos renascimentos. Obrigada por me devolver a mim mesma. Seja bem-vindo, 2026. Que você venha leve, bonito, cheio de caminhos abertos e com a força daquilo que eu finalmente me permiti viver: a minha própria verdade”.












