Lula x Flávio Bolsonaro: Datafolha mostra como está a disputa para o 2º turno
Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (20/junho) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 47% das intenções de voto contra 43% do senador Flávio Bolsonaro (PL) em uma simulação de 2º turno para a eleição presidencial. Os números indicam empate técnico, já que a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
O levantamento, realizado entre os dias 17 e 18/junho, ouviu 2.004 pessoas em 139 cidades de todo o território nacional. O grau de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleletoral) sob o número BR-09956/2026 e custou R$ 307.641,60, pagos com recursos próprios do instituto.
Estabilidade em relação a maio
Os números do Datafolha indicam estabilidade em relação ao levantamento anterior, realizado em maio, quando Lula e Flávio Bolsonaro já apareciam com os mesmos percentuais: 47% e 43%, respectivamente.
Cenário de 1º turno
Na simulação de 1º turno, Lula aparece com 41% das intenções de voto, um ponto percentual acima do registrado em maio. Flávio Bolsonaro tem 31%, o mesmo percentual da pesquisa anterior. Os demais candidatos aparecem com percentuais menores:
Ronaldo Caiado (PSD): 3%
Renan Santos (Missão): 3%
Aécio Neves (PSDB): 2%
Augusto Cury (Avante): 2%
Romeu Zema (Novo): 2%
Samara Martins (UP): 2%
Cabo Daciolo (Mobiliza): 1%
Joaquim Barbosa (DC): 1%
Rui Costa Pimenta (PCO): 1%
Brancos, nulos e indecisos somam 11% (7% e 4%, respectivamente).
Outras simulações de 2º turno
O Datafolha também testou outros cenários para o 2º turno. Em uma simulação entre Lula e Ronaldo Caiado, o presidente teria 47% contra 41% do adversário. Já contra Romeu Zema, Lula apareceria com 48% contra 39%.
Operação Compliance Zero
A pesquisa não captou por completo o efeito dos desdobramentos da 9ª fase da operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal na quinta-feira (18/junho), que mira o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA). Agentes da corporação apreenderam US$ 55.175 e 33.500 euros em endereços ligados ao senador em Brasília e na Bahia.
(Fonte: Gazeta Brasil)









