Mulher é presa na região suspeita de golpe com falso comprovante de Pix
Uma mulher de 41 anos foi presa nesta terça-feira (06/setembro), em Ibirá, a 40 km de Rio Preto, suspeita de cometer estelionato mediante fraude eletrônica contra uma comerciante do município. A prisão preventiva foi decretada pela Vara Regional das Garantias da 8ª Região AJ (Administrativa Judiciária), após representação da Polícia Civil e manifestação favorável do Ministério Público.
Segundo a investigação da Delegacia de Polícia de Ibirá, a suspeita teria feito um pedido de alimentos no estabelecimento comercial da vítima, identificada pelas iniciais J.C.F.C. Para conseguir receber os produtos, ela enviou um comprovante de pagamento via Pix, dando a entender que a transferência havia sido concluída.
A comerciante, porém, constatou posteriormente que o documento apresentado correspondia apenas ao agendamento de uma transferência. O valor não chegou a ser creditado na conta da vítima. Mesmo após receber os alimentos, a investigada não realizou o pagamento.
Durante as apurações, a Polícia Civil também identificou um histórico extenso de envolvimento da mulher em crimes contra o patrimônio. Ela aparece em diversos inquéritos policiais, processos criminais, execuções penais e condenações, principalmente por furtos.
Ainda conforme a investigação, a mulher cumpre pena em regime aberto e voltou a ser apontada como autora de novos delitos patrimoniais mesmo após recentes intervenções do sistema de Justiça criminal.
Na representação encaminhada à Justiça, a Polícia Civil apontou risco concreto de reiteração criminosa e considerou insuficientes outras medidas cautelares que não envolvessem a prisão. O documento também destacou os impactos dos sucessivos crimes patrimoniais na tranquilidade pública de Ibirá.
O Ministério Público se manifestou favoravelmente à prisão preventiva. Na decisão, a Justiça considerou haver indícios suficientes de autoria e provas da materialidade do crime, além de risco à ordem pública diante da repetição de delitos patrimoniais em um curto período.
Após os procedimentos de polícia judiciária, ela permaneceu presa e à disposição da Justiça. O caso foi registrado como estelionato mediante fraude eletrônica.
(Fonte: Gazeta de Rio Preto)









